sábado, abril 29, 2006

Barulhinho bom

As gargalhadas das minhas! Mãe e sobrinha... no quarto, brincando de um daqueles jogos de advinhações. A menor engana a maior. E ambas fingem não saber quem é a mais esperta.
Mas, na verdade, ambas são do mesmo tamanho nessas horas. Às vezes, eu também entro na brincadeira e cresço. Fico do tamanho da alegria que essas gargalhadas me dão. Enorme.

quinta-feira, abril 27, 2006

Seria tão bom ser menos ansiosa...

Feelings

Tentando escrever um artigo filosófico, acordada às 3 e pouco da madrugada, sentada dentro do escuro com o rádio tocando no volume mínimo audível; não podia dar outro resultado. Acabo de ouvir Feelings e pensar no quanto pode ser capaz de errar uma só pessoa em uma só vida. E no quão profundas são as marcas dos erros, no quão vulneráveis ou impenetráveis nos podemos tornar depois de algumas feridas.
Não doem mais e mesmo assim ainda me peço os porquês de vez em quando. Talvez porque eu tema ser ainda uma vez capaz do mesmo erro, talvez porque eu seja agora mais vulnerável do que antes. Fechada em mim mesma sei que não vou ficar mas que abram novas feridas não posso deixar, deve ser esse o motivo de estar aqui acordada escrevendo tudo menos o maldito artigo filosófico para amanhã.

"Feelings, nothing more than feelings,
trying to forget my feelings of love.
Teardrops rolling down on my face,
trying to forget my feelings of love.

Feelings, for all my life I'll feel it.
I wish I've never met you;
you'll never come again..."

quarta-feira, abril 26, 2006

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

Não falava daquele amor sonhado. Não falava do colírio... que revelou ser mais um conquistador da estação. Os colírios evaporam com o vento!
Falava do amor que tenho todos os dias. Cresceu sim. Ao menos aos meus olhos, antes distraídos, o amor gratuito e espalhado cresceu.
Era isso. Pensaram outra coisa, n'é?
Quem me dera! :)

Vento

À uma certa altura da vida, certas coisas se encaminham por si mesmas ou não se encaminham. O trabalho, o amor, a família, os amigos passam por fases em que não podem crescer nem diminuir. Mas eis que, de repente, um vento novo sopra... e novas pessoas chegam como amigos ou parentes, o trabalho cai na cabeça...
e o amor?
O amor também cresceu. Estava no vento.
PS. e justo agora, Karen Carpenter começa a cantar "Only yesterday" no rádio. Mas não, não choro mais :)

terça-feira, abril 25, 2006

61° anniversario della liberazione dal Nazifascismo

Purtroppo c'è chi voglia rilanciare quella ched è tra le peggiori idee inventate nel secolo scorso!
Io comunque, voglio solo ridire oggi con la stessa gioia delle famiglie liberate dall'incubo:
ADDIO MALEDIZIONE!
... Storia d'ieri, allegria d'oggi:
Tia Maria adorava o Duce, tinha até um retrato dele na parede. A família era dividida entre os contra e os à favor de Mussolini. Mas em volta da tia só havia os que o apoiavam. No bairro dela, muitos italianos diziam que ele tiraria a Itália da miséria, que eles talvez pudessem voltar para casa e que os parentes enfim mandariam boas notícias pois não precisariam mais da ajuda dos que vieram fazer a América.
O bisnonno morreu acreditando nisso. Não chegou a ver a verdade que logo veio. O desespero, a tragédia de mais uma guerra, mais mortos, a família diminuindo até quase desaparecer na fome e no sangue.Foi melhor mesmo morrer antes, doente, do que morrer depois, de tristeza.
Não fossem as guerras, minha família hoje seria três vezes maior e sem a resistenza, teria desaparecido do lado de lá.

E l'oggi, per me, è come il suono dei mandulini dopo una giornata di lavoro duro.

segunda-feira, abril 24, 2006

Vive

Para além do próprio umbigo, no mundo, há muito a ser feito. Para além do amor sonhado, há muito amor do alto, gratuito, verdadeiro, pleno, eterno. Estou concentrada no possível aqui e agora. E isso é tão bom quanto produtivo! :)

(...)
Ti sembra di vedere laggiù scintille candide
Parece que vês lá no alto faíscas puras
che lievi si rincorrono.
que leves, seguem-se
Danzando con il vento in un rondò vestite di lamé
Dançando em círculo com o vento, vestidas de setim
sorvolano gli spazi senza età, cantano
ultrapassam o espaço sem idades, cantam
di un mondo che...
um mundo que
Vive!
Vive!
(...)

domingo, abril 23, 2006

Mo' scendo!

Para constar: o título deste post, fruto dos meus frequentes ataques de napulitan way of life (dias em que raciocino melhor em italiano-napoletano) em português seria "Agora, desço!" :-)
(...)
Scendi dentro la tua libertà,
Cai dentro da tua liberdade
sciogli i nodi che la legano,
desata os nós que a prendem
scendi dentro in profondità:
cai dentro profundamente:
quest’attimo è una perla
esse momento é uma pérola
stretta fra le dita.
bem segura na mão.

Scendi dentro la tua libertà,
Cai dentro da tua liberdade
sciogli i nodi che la legano,
desata os nós que a prendem
scendi dentro in profondità:
cai dentro profundamente:
regala un soffio d’aria pura
dá um sopro de ar puro
alla tua vita.
a tua vida.
(...)

Eu deveria colocar aqui o nome do autor de "Scendi dentro"... mas vou deixar nas vossas mãos a decisão de encontrá-lo. Porque buscando uma canção pode-se encontrar muito mais!

sábado, abril 22, 2006

Roupas passadas

E de repente, o armário parece cheio de coisas inúteis. Um museu. Está cheio de roupas que me lembram quem não virá mais nem vai mais dizer que gosta de me ver com aquela calça preta. Não, não estou choramingando de novo. Não, não estou sentindo saudade... por enquanto. Talvez hoje à noite aconteça de sentir - não acho possível - mas no momento é só mesmo um pensamento que passa. Olhei várias vezes as peças no armário e o que de mais forte senti foi a vontade de jogar tudo fora.
Se eu tivesse dinheiro sobrando e as minhas lojas preferidas fizessem uma liquidaçãozinha, eu jogava mesmo! :)

quinta-feira, abril 20, 2006

Serenidade...

Sigo acreditando que certas cartas já vêm marcadas como as placas no meio de um caminho quando estamos perdidos entre mapas e bússolas inúteis. Nem sei porque estou escrevendo isso agora. Acho que é porque tenho olhado o rastro que deixei e os caminhos que fiz. Revi as placas e uns sinais. Já os sei ler.

quarta-feira, abril 19, 2006

N ão chores, meu filho;
Não chores, que a vida
É luta renhida:
Viver é lutar.
A vida é combate,
Que os fracos abate,
Que os fortes, os bravos
Só pode exaltar.

Gonçalves Dias, Canção do Tamoio

Isto aqui é para agradecer... isso se pudesse agradecer diretamente... eu agradeceria pela lição que aprendo a cada dia, toda vez que vejo um guará que paira, uma garça que descansa na beira, uma planta que brota da displicência de quem deixou um caroço da fruta cair; toda vez que sinto o cheiro do tucupi fervendo, queimo a língua na macaxeira frita na hora ou descasco a pupunha com os dentes; toda vez que piso a terra depois da chuva, que me acocóro com os amigos pra conversar em círculo ou quando olho em volta e vejo que se ainda há algo intacto no quintal do mundo, onde nasci, é por causa deles, porque eles assim deixaram.
Diria aos povos Amanayé, Juruna, Parakanã, Zo e, Anambé, Karafawyána, Suruí, Apiaká, Karajá, Tembé, Arara, Katwena, Timbira, Araweté, Kaxuyana, Tiriyó, Assurini, Kayabi, Turiwara, Atikum, Kayapó, Wai-Wai, Guajá, Kreen-Akarôre, Waiãpi, Guarani, Kuruáya, Wayana-Apalai, Himarimã, Mawayâna, Xeréu, Hixkaryána, Munduruku, Xipaya; MUITO OBRIGADA!

Vilarejo

Há um vilarejo ali
Onde areja um vento bom
Na varanda, quem descansa
Vê o horizonte deitar no chão
Pra acalmar o coração
Lá o mundo tem razão
Terra de heróis, lares de mãe
Paraiso se mudou para lá
Por cima das casas, cal
Frutos em qualquer quintal
Peitos fartos, filhos fortes
Sonho semeando o mundo real
Toda gente cabe lá
(...)

Ouvindo: Marisa Monte, Infinito Particular, Vilarejo, 2006
Da série "coisas que eu ainda quero"

- Casar de branco e na Igreja - pensaram que eu fosse moderna? ;-)
- Ter três filhos
- Viajar de carro do sul da Itália até Portugal... e levar meus pais... se eles aguentarem!
- E estando no Porto, ouvir minha mãe contar de novo as histórias do vô José
- Conhecer a Polônia e aquele povo fascinante que existe lá
- Conhecer o Pantanal
- Aprender a fazer pátina nos móveis
- Ir a Moscovo com meu pai e derramar uma lágrima diante de Lenin
- Levar os três filhos para umas férias no Marajó
- Levar os três filhos para umas férias no Cilento
- Acampar no alto de uma colina de Salina e caminhar nas Eolie
- Comprar uma Harley - mesmo sabendo que não tenho coragem pra andar numa :-)
- Passear com a família no centro de Napule vazia no verão
- Descer de barco o Tapajós
- Aprender a costurar
- Aprender a fazer o babà - porque a pastiera eu já sei ;-D

ilustração: Steven Pattison

terça-feira, abril 18, 2006

Da série "coisas que eu já sei"
Hás dias em que os olhos ficam molhados o tempo todo, dias em que tudo nos fere, tudo dói e não há consolo que baste. Há dias em que o vazio parece bem maior do que é de fato.
Esses dias passam.
Graças a Deus, eu sei que passam!

segunda-feira, abril 17, 2006

Eldorado

Ainda lembro do cheiro de terra molhada daquela manhã e do terror estampado nos rostos das pessoas que estavam ouvindo as notícias que, mesmo desencontradas, davam a certeza de muitos mortos.
Até para quem nasceu na Amazônia sangrenta de muitos cadáveres insepultos e está acostumada a saber de atrocidades, aquela manhã era terrível. Vi adolescentes e senhores chorando pelas ruas. Em muitas escolas, os professores decidiram suspender as aulas e sentar com todos os alunos para juntos discutirem e decidirem como não calar diante de mais aquele crime.
Quer a mentira oficial que sejam dezenove os brasileiros desgraçados que foram assasinados em Eldorado dos Carajás em abril de 1996. Sabe a Amazônia que muitos outros caíram alí e que seus corpos sumiram.
Apesar de seguirem à risca a praxe dos pistoleiros, os assassinos de farda não conseguiram nem poderiam esconder todas as vítimas. Restaram os dezenove à vista. Dois repórteres estavam lá e não fossem as imagens registradas, talvez hoje, a mentira dissesse que não houve vítimas.
Aquele dia foi decisivo na escolha da minha profissão.
E hoje?
De um batalhão inteiro, só dois atiradores estão cumprindo pena porque, ao contrário do que o mundo pensa, a Amazônia, vista do chão, não é verde, é vermelha e nenhuma chuva nos banha mais do que a chuva de sangue que continua a cair impunemente por aqui.

quinta-feira, abril 13, 2006

Boa Páscoa

Moshe e Jesus... e não Moshe ou Jesus. Foi essa a Hagadá que, desde pequena, aprendi a ler nesses dias de libertação e renascimento.
Seja qual for a porta, que a passagem seja com toda a alma.
Relembrar é necessário, é reviver, é reunir. Que estejamos todos libertos para nos reunirmos uns com os outros e com o Altíssimo.

quarta-feira, abril 12, 2006

Zelig

Quem não quer ser amado e aceito? Pois...
eu também quero. Mas não sou adepta do camaleonismo.
Continuo boba, sentimental, afetuosa, derretida, sonhadora e torcendo pra não tropeçar de novo em alguém que seja menos verdadeiro e comprometido com o próprio caráter do que com a necessidade de ser diluído nesse mundo estranho.

terça-feira, abril 11, 2006

Procrastinar

Sofro desse mal... estou cercada de pilhas de coisas pra fazer... estou sendo devorada pelo pânico de não conseguir. Acho que esse medo da dead line vicia. Por quê será que não ando mais cosneguindo fazer nada com a saudável antecedência dos profissionais organizados? Grrr...
Caféeeeee! Preciso de um café!!!!
E tem gente que acha que jornalista que não aparece na tv não trabalha.
Ó céus... ;-(

segunda-feira, abril 10, 2006

O colírio:

Moreno, nem alto nem baixo, nem lindo nem feio... e tem nome de anjo... ;-)

Continuando...

Referia-me antes ao meu cansaço pelo tanto que ando falando de mim. Neuras bobas...
Por quê nós mulheres somos assim? Homens são menos assim... Assim como? Nevrálgicos. Detesto essa palavra mas acho que só cabe essa.
Mas, voltando a falar de mim - eu até ia falar de umas outras coisas mas vai ficar pra depois mesmo - o passado está passando. Remédio? Gotas de esperança, pastilhas de fé, doses de carinho e um certo colírio que anda lavando meus olhos ;-)

domingo, abril 09, 2006

Como diria o Chapolim Colorado...

Palma, palma, não priemos cânico!
Eu disse chega de textos autobiográficos.
Não disse chega de textos!!! :-D

sábado, abril 08, 2006

Un vestido y un amor

Chega de textos autobiográficos! ;-)

quinta-feira, abril 06, 2006

O tempo, a caminhada e a fonte

"Era um vendedor de pílulas que matavam a sede. Bastava engolir uma por semana e não tinha-se necessidade de beber água.
- Por quê vendes essa coisa?
- É uma grande economia de tempo. Os especialistas fizeram os cálculos. Poupam-se 53 minutos por semana.
- E o que se faz com esses 53 minutos?
- Faz-se o que quiser...
- Eu... se tivesse 53 minutos para gastar, caminharia devagar devagar até uma fonte... "
Trecho adaptado de 'O Pequeno Príncipe', Antoine de Saint-Exupery, 1943.
Tenho bem mais que os 53 minutos, logo, posso continuar caminhando lentamente até a fonte para enfim beber água de verdade. Sem datas, sem prazos, sem grandes expectativas, de mãos vazias... só levo mesmo a sede. Espero que baste.
Incrível como a angustiazinha está bem domesticada nestes dias. Acho que estou mesmo sob o efeito dos anjos :-)
Ilustração: Steven Pattison

quarta-feira, abril 05, 2006

Abre alas

Não, não vou dizer que é fácil porque não é nada fácil voltar a ter aquela santa displicência do tempo em que eu caminhava pela vida sorrindo e levando comigo só a angustiazinha de quem espera e sonha encontrar um amor pra toda a vida. Mas o mais difícil é mesmo acreditar de todo o coração que o que encontrei não era o que pensei que fosse e daí poder de novo partir com aquela santa displicência.
Agora, estou atenta demais. Tomo mais cuidados do que eu gostaria e isso não é bom mas também nem é tão ruím assim! ;-)
Deus e os anjos confabularam nestes dias e mais um capítulo terminou. Antes, eu tentava me convencer de que teria uma segunda chance. Agora, sei que nem tive a primeira. Quem amei não me deu realmente a chance de viver o amor que eu sonhava. Bem que podia ter dado, chegou perto mas não deu. E tudo que eu trazia e vinha olhando como obra acabada, é só esboço. Eu quero mais. Preciso de muito mais.
Joguei fora muitos arquivos. Sem dó nem piedade e sem arrependimentos até agora. A importância que tinha o que joguei fora estava em mim e em nada mais além.
Aguardo novo fôlego para continuar a deitar fora outras coisas das gavetas dos armários, da alma e do coração. E o que tem que sair não é pouca coisa não.
Passo pequeno mas decisivo... e aquela angustiazinha voltou :-)

terça-feira, abril 04, 2006

Celebrando (me la caverò!)

Não vou escrever um texto como se deve. Hoje, estou ocupada. Estou celebrando a vida que há aqui e em todo lugar. Estou enxugando as lágrimas - talvez as últimas dessas? - que por muito tempo (e ponha tempo nisso!) me impediram de ver tantas coisas... e a cada minuto vejo diante de mim um novo presente que já estava aqui e pelo qual não tinha ainda agradecido o suficiente.
Ainda bem que sempre é tempo de agradecer! :-)
(...) Quando sento un pezzo splendido
Che mai pensavo bello cosi'
Quando il cane mi vuol salutare
Quando vedo i miei sorridere
Quando ho l'entusiasmo di fare
sento che
sento che
Per ogni giorno
ogni istante
ogni attimo
che sto vivendo
grazie mille!
Per ogni istante
ogni giorno
ogni attimo
che mi e' stato dato
grazie mille!
(...)
Grazie mille
Grazie mille
Grazie mille
Grazieeeeee
Max Pezzali - 883, Grazie Mille, 1999.
...
Quer saber o que diz a canção? Eu conto a minha versão ;-)
(...) Quando ouço um trecho lindo de uma canção
que não sabia fosse assim tão bonito
Quando até o cachorro quer brincar comigo
Quando vejo meus pais sorrindo
Quando tenho entusiasmo para tudo
sinto que
sinto que...
Por cada dia
cada instante
cada momento
que estou vivendo...
Sou muito grato!
Por cada instante
cada dia
cada momento
Muito Obrigado!

domingo, abril 02, 2006

Não ia dizer...

porque o dia foi bom mas vou. Afinal, não vale só chorar as pitangas aqui.
Não houve nada de fenomenal mas a simplicidade sabe ser assustadoramente exuberante, maravilhosa, divina, enfim... tudo de bom mesmo. Uma manhã em boa companhia - sim, eu também saio de casa aos domingos às vezes pois não estou pensando em entrar pras carmelitas descalças - e isso basta.
Mas houve também um sorriso lá muito interessante - sim, eu também saio de casa aos domingos às vezes pois não estou pensando em entrar pras carmelitas descalças e até conheço uns rapazes de sorrisos - e non solo! - interessantes de vez em quando! ;-)
Ah e tem outra coisa boa vindo... uma banda da qual gosto muito. Está em turnê pelo Brasil e eu vou ver. Não é Stones nem U2 mas eu gosto muito. Não dá mesmo pra me lamentar hoje :-)
"Ah, che vita! Sapersi accontentare senza accaparrare, come fanno i passeri"

Mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa...

Bem fazem aquelas que só olham para o próprio umbigo e não se importam com nada além de divertimento puro e simples.
Bem fazem aquelas que só querem se sentir seguras e amadas e nada oferecem aos homens que as bajulam por toda a eternidade e ainda pagam todas as contas.
Bem fazem as que sabem usar um step usado enquanto não o trocam por aquele que querem pra valer. Aliás, bem fazem as que não querem quem quer que seja!
Elas todas não passariam duas longas horas decidindo entre sair pra jantar com um cara legal mesmo sabendo que ele vai se encher de esperanças infundadas e ficar em casa sozinha amargando mais uma noite sentindo saudade de um imbecil ainda não completamente esquecido.
Fiquei em casa.
Pode xingar que eu mereço.

sábado, abril 01, 2006

Perdeu a graça

Já passa da metade do dia e ninguém me contou uma mentira de 1º de abril! Nosso senso de humor está mudando.
Ingenuidade zero.